Estou aprender a mexer no Ubuntu ainda não tenho som nem net. Hoje ao tentar resolver o problema encontrei um programa (VLC) de código aberto que sem qualquer problema consegue ler os ficheiros da minha primeira máquina digital, uma Mustek.
O filme do gato (Nestum) é apenas mais um dos vários que fiz com essa câmera. Mais tarde perdi o CD com os drivers da máquina e nunca mais consegui ver os filmes até hoje. Obrigado VLC
És fotógrafo e nunca ouviste falar em DAM? Então este link é de leitura obrigatória.
Por experiência gosto muito do iview. Infelizmente em 2006 o iview foi comprado pela Microsoft que transformou um bom programa numa outra coisa qualquer com o nome de Expression Media. Este novo programa para além de visualmente feio vêm com uma quantidade enorme de “bugs”
Actualmente estou a tentar encontrar um programa que sirva de substituto ao iview mas não está a ser fácil, pois ando de olho num iMac e não sei como vou fazer a transição dos vários ficheiros que tenho no iview para um outro DAM a correr em Mac. Julgo que a solução actual seja voltar ao velhinho Extensis Portfolio.
A última vez que tentei instalar o Ubuntu foi com a versão 7.04 num portátil. Nunca o cheguei a conseguir, um conflito qualquer com o hardware não me dava hipóteses, acabei por instalar o WinXP.
Farto das constantes actualizações, avisos de copyright, antivirus e o raio que os parta, ontem em menos de 30min fiz o download da versão 9.04 ,gravei um CD com a imagem ISO e instalei o Ubuntu sem qualquer problema.
Toma lá e embrulha. Consegui.
Enganei-me mais uma vez e pelo mesmo problema. A minha ignorância é a única variável que não consigo contornar. Não tenho som nem net.
Tenho que dar os parabéns aos tipos da Microsoft, que criaram um monopólio ao qual as marcas se associam com uma contrapartida, os produtos são podem funcionar com o software deles. Deste modo têm a certeza que os ignorantes como eu, incapazes de compreender umas linhas de código, não têm outra hipótese senão comprar os produtos deles.
É realmente notável pensar no poder da ignorância.
Sem formação na área da informática vou tentar resolver o problema num fórum qualquer. Sinto-me estúpido e estou irritado por não saber resolver o problema.
Ontem esteve um dia quente. Com uma radiação ultravioleta de valores elevados os meteorologistas aconselhavam evitar o mais possível a exposição ao Sol. Mas com os 43ºC e com saudades do calor quantos aproveitaram para descansar em casa?
Eu descansei no jardim protegido por um pinheiro e mesmo assim consegui ficar queimado.
No início usava uma Pentax 6x7, depois aprendi a fotografar com a Sinar em 12x9. Pouco tempo depois começou a chegar o digital. Ainda assisti a uns workshop organizados pelo Silva em que foi possível ver as primeiras máquinas digitais de grande formato. Faziam 3 disparos, um para cada cor (RGB) com um intervalo ainda significativo. Era o tempo necessário para processar os dados até obter a imagem no ecrã.
O trabalho criativo do fotógrafo era muito limitado, não podia existir qualquer movimento e a iluminação era sempre feita por luz contínua.
Mais tarde na Holanda usei a primeira máquina que num único disparo fazia a foto. Mas o tempo de espera até obter a imagem era ridículo.
Em 1990, numa feira, seguro numa Kodak DCS (Digital Camera System) e percebo que o digital é capaz de ter futuro.
Estava no início, era muito caro e pouco prático. As melhores soluções eram, a meu ver, os digitalizadores de tambor, fotografava em slide e depois era só digitalizar, a qualidade era melhor que qualquer máquina digital actual.
Depois morreu o meu tio e mais tarde o Silva com o mesmo problema. O estúdio fechou e eu comecei a trabalhar por minha conta.
Em 1999 aparece a primeira digital realmente funcional para o mercado de trabalho a “Nikon D1”. Começo a olhar para o digital com outros olhos mas não compro nada, continuo a gostar mais do digitalizador.
O final de 2004 chega e compro a minha primeira D70. O desafio é feito por um cliente e início o FotoBen com uma foto por dia durante um ano.
Sem opção, sou engolido no mundo digital. O mercado analógico desaparece e todos os trabalhos são para ontem.
Actualmente tenho saudades do slide da F4 e da GR1.
Hoje olhei para o novo brinquedo da Olympus.
